SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço

segunda-feira, 7 de março de 2011

Música de abertura: "Mulher Rendeira", por Volta Sêca. Arquivo de 1957, do Blog "MúsicAmiga".
Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores.

8 comentários:

kelson disse...

perfeita a idéia de colocar a música com o volta sêca, cada vez a página estar ficando ótima.

ZÉ DE LOLA disse...

OLHANDO OS BLOGs DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, EU VI O QUANTO O NOSSO ESTADO É MARAVILHOSO.

VISITE MEU BLOG E VEJA OUTRAS POESIAS DE MINHA AUTORIA.
http:/poetazedelola.blogspot.com

POETA ZE DE LOLA: CIDADE: EQUADOR RN

POESIA:

CONVERSANDO COM OS PÁSSAROS.

Mim diga o motivo
Conseqüência ou razão
Algum crime eu pratiquei?
Ou serei algum ladrão?
Se não sou um delinquente
Mim diga aí seu demente
Por que estou na prisão?

II

Existem organizações
Pra cuidar dos animais,
Mas permite uma licença
Veja só o que se faz
Você paga um tostão
O bicho vai pra prisão
Não se solta nunca mais.

III

Não há motivo qualquer
Que possa justificar
Tirar nossa liberdade
Que a natureza nos dá
É uma grande covardia
Praticada dia a dia
Quando isso vai parar?

IV

Ninguém por preço nenhum
Quer que viver engaiolado
Até mesmo um criminoso
Contrata um advogado
Pra fazer sua defesa
E às vezes com sutileza
Ele solta um culpado.

V

“Coloque-se” em nosso lugar
Use sua consciência
Fique preso numa gaiola
Faça uma experiência
Pra burrice tem limite
Por que você não admite
Essa sua incoerência?

VI

O pássaro vive feliz
Em seu habitat natural
Os homens ignorantes
Que gostam de fazer mal
Tira sua liberdade
E esta imbecilidade
Eles acham que é normal.

VII

Se eu fosse funcionário
Da defesa ambiental
Ficaria muito triste
Por ver como é natural
O crime que é praticado
Como está sendo depredado
O nosso reino animal.

VIII

Oh! Como seria bom
Que o homem se ligasse
Respeitasse a diferença
Que existe em outra classe
Depredar a natureza
É uma indelicadeza
Seria bom que mudasse

POETA ZÉ DE LOLA: CIDADE: EQUADOR RN

POESIA:

MÃE UM SER INESQUESSÍVEL:
I
Para abrilhantar a obra
De toda a criação
Deus tinha criado um plano
Em sua imaginação
Pensou em criar alguém
Criou e formou também
Mães pra toda geração.
II
Quando falamos de mãe
Mudamos o tom da voz
Sabemos que Deus a fez
Pra que cuidasse de nós
Neste mundo inconseqüente
Este ser inteligente
Nunca nos deixas a sois.
III
Quem ainda tiver mãe
Seja zeloso e cuide dela
Em forma de gratidão
Faça tudo para ela
E tenha conhecimento
Que honrar é mandamento
E não coisa de novela.
IV
Uma mãe é a melhor
De todas as criaturas
Deus olhando lá dos céus
Bem do topo das alturas
Dirá o mesmo que eu digo
Irá concordar comigo
Porque são verdades puras.
V
Eu não encontrei palavra
Na gramática portuguesa
Que pudesse alcançar
O topo desta grandeza
Falo d‘uma alma pura
Mãe de toda criatura
Rainha da natureza.
VI
Eu nunca vou esquecer
O que mamãe fez por mim
Nos momentos mais difíceis
Não esqueço mesmo assim
Por mais que sinta saudade
Teu amor tua bondade
Nunca chegará ao fim

ZÉ DE LOLA disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Iris disse...

Ola, tudo bem! Faço parte de uma quadrilha junina chamada Zé Testinha de fortaleza-ce, que resgata a cultura do cangaço a 34 anos, dentro do nosso grupo tivemos palestra sobre o cangaço e uma gincana em cima do que foi dito, uma das tarefas da gincana é de mostrar um livro de Frederico Bezerra Maciel - Lampião, seu tempo e seu reinado, onde mostre que lampião era sanfoneiro e dançava quadrilha, mais nao encontro e queria saber se você pode me ajudar a encontrar ou ate mesmo onde posso comprar este livro! um grande abraço e espero resposta. meu email é iris.linda85@hotmail.com

Ederaildo Fontes disse...

Olá a todos, minha avó morava em Paripiranga, estado da Bahia, e ela sempre contava que no tempo de criança o Lampião e seu bando passou pela cidade e passou tb pela casa dela, onde ela e as outras crianças foram pro mato e só meus bisavôs ficaram na casa para acolher o bando e fazer a comida. Minha vó e as crianças só voltaram para casa quando o bando foi embora.

Ainda foi esquecido na casa um suposto punhal do Lampião, com as incrições "VF", minha mãe diz ter visto por muito tempo esse punhal na casa da minha vó, porém quando ela morreu alguém sumiu com esse punhal.

Por isso eu gostaria de saber se vocês conhecem mais informações sobre a passagem de Lampião pela cidade de Paripiranga - BA.

Muito obrigado pela atenção e parabéns pelo Blog e pela Sociedade que resgata parte da cultura brasileira.

NETO E ELIZA disse...

Perfeita ideia de colocar a música que os cangaçeiros cantavam.

LEÃO DO NORTE disse...

Prezados senhores, verificando os rol dos livros e dos autores não vi nenhuma referência si quer ao livro O CANTO DO ACAUÃ de Marilourdes Ferraz, uma das maiores autoridades no assunto no estado de PE, ela é filha do Cel. Manoel Flor que foi comandante das tropas volantes de combates ao Cangaço e a Coluna Prestes, inclusive o livro supracitado é muito rico em detalhes de informações e documentação e se encontra à venda nas livrarias do Recife, por ter sido reeditado recentemente, devo dizer que esse livro não é o único da Escritora Marilourdes, quero também citar aqui o livro do Cel. Epitato Gueiros militou no combate ao Cangaço e Coluna, inclusive comandando as topas no teatro de combate e ele mesmo é testemunha ocular de muitos embates com os cangaceiros, devo aqui dizer que até agora foi o melhor que já li, segundo o meu entendimento, cujo livros temos um exemplar aqui no Museu da Polícia Militar de Pernambuco
Quero parabenizar a equipe deste blog pelo maravilhoso trabalho realizado nas pesquisas e apresentação dos registros históricos que enriquecem a História do Nordeste e ensejam rica oportunidade para os pesquisadores que buscam a verdade sobre o Cangaço nos sertões do Nordeste.
OBRIGADO
S. Delmiro

LEÃO DO NORTE disse...

Á Moderação, não deve ser publicado para não causar transtornos, mas se quiserem podem.

Resgatar o que? Me perdoeem, mas devo dizer que a cultura do canço é o CRIME.

acessos nos últimos 30 dias